Startups de tecnologia mudam o mundo do Direito
Tendências de julgamentos mapeadas por robôs, acordos fechados por algoritmos, gestão eletrônica de processos, documentos elaborados automaticamente e até uma espécie de Uber de advogados pelo país.
Estas são algumas das inovações que estão ganhando força no “analógico” mundo jurídico brasileiro, fazendo com que a tecnologia esteja cada vez mais presente em um universo ainda dominado pelo formalismo de uma velha dupla: o terno e a gravata.
Essas mudanças, que ainda fazem parte de um primeiro ciclo no Brasil, são promovidas pelas legaltechs ou lawtechs — como são chamadas nos Estados Unidos e no Reino Unido as empresas de tecnologia voltadas ao mundo jurídico.
“Há muito potencial. O Brasil ainda está engatinhando no setor. Na verdade, o mundo ainda não viveu o boom das legaltechs - disse Ricardo Fernandes, que, até julho, era dono da empresa Legal Labs, que acabou comprada pela Neoway por US$ 26 milhões.
Diego Gualda, sócio da área de Tecnologia do Machado Meyer Advogados, acredita que a contratação de legaltechs altera os procedimentos internos dos escritórios, transformando a cultura de um setor que é conservador por natureza, mas que está em mudança: “Antes, o investimento em tecnologia era marginal. Agora, passou a ser estratégico”.
Até o momento, existem 140 start-ups jurídicas no país (eram 35 há dois anos). Nos Estados Unidos, onde esse mercado está um pouco mais consolidado, as operações de compra, venda e investimentos em legaltechs movimentaram US$ 1,2 bilhão em 2018.
Impactos éticos.
O Conselho Nacional da OAB inicia na terça-feira um debate sobre o impacto ético das novas tecnologias. De acordo com o presidente da Coordenação de Tecnologia e Inovação da Ordem, Marcio Dumas, o debate vai além dos limites do que a máquina pode ou não fazer.
Fonte: https://cursoscnf.org.br/blog/post/start-ups-de-tecnologia-mudam-o-mundo-do-direito
#startups #direito #sucesso #empreender
Estas são algumas das inovações que estão ganhando força no “analógico” mundo jurídico brasileiro, fazendo com que a tecnologia esteja cada vez mais presente em um universo ainda dominado pelo formalismo de uma velha dupla: o terno e a gravata.
Essas mudanças, que ainda fazem parte de um primeiro ciclo no Brasil, são promovidas pelas legaltechs ou lawtechs — como são chamadas nos Estados Unidos e no Reino Unido as empresas de tecnologia voltadas ao mundo jurídico.
“Há muito potencial. O Brasil ainda está engatinhando no setor. Na verdade, o mundo ainda não viveu o boom das legaltechs - disse Ricardo Fernandes, que, até julho, era dono da empresa Legal Labs, que acabou comprada pela Neoway por US$ 26 milhões.
Diego Gualda, sócio da área de Tecnologia do Machado Meyer Advogados, acredita que a contratação de legaltechs altera os procedimentos internos dos escritórios, transformando a cultura de um setor que é conservador por natureza, mas que está em mudança: “Antes, o investimento em tecnologia era marginal. Agora, passou a ser estratégico”.
Até o momento, existem 140 start-ups jurídicas no país (eram 35 há dois anos). Nos Estados Unidos, onde esse mercado está um pouco mais consolidado, as operações de compra, venda e investimentos em legaltechs movimentaram US$ 1,2 bilhão em 2018.
Impactos éticos.
O Conselho Nacional da OAB inicia na terça-feira um debate sobre o impacto ético das novas tecnologias. De acordo com o presidente da Coordenação de Tecnologia e Inovação da Ordem, Marcio Dumas, o debate vai além dos limites do que a máquina pode ou não fazer.
Fonte: https://cursoscnf.org.br/blog/post/start-ups-de-tecnologia-mudam-o-mundo-do-direito
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